9º CICO DE GESTÃO & MARKETIN

AMNI 2022 – Associação Médica de Nova Iguaçu

EVENTOS, DESTAQUES E COMUNICADOS

Clube de benefícios AMNI

Tabelas CBHPM (AMB)

PATROCÍNIO

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Festa do Dia do médico e AMNI 67 anos!

Boa tarde e uma ótima semana para você. O tempo passa e neste ano estaremos alcançando os 67 anos de existência. Quantas histórias? Quantas crises econômicas? Políticas? Alegrias? Tristezas? Inovações? A nossa Associação continua completamente ligada a nossa região, aos nossos médicos, aos nossos parceiros e amigos.
São tantas coisas para dizer, para mostrar, que não sabemos por onde começar.
Porém, o mais importante sabemos…
A nossa Instituição está viva, mais forte, mais moderna e soberana.
Assim sendo, queridos associados, amigos e parceiros, na noite do dia 21 de outubro, na Casa de Festas Hollywood, celebraremos mais um ano de vida de nossa Casa e também o Dia do Médico.
Estas duas comemorações juntas têm o grande objetivo de unir a classe médica e reunir os nossos parceiros e amigos numa festa solene.
A sua presença é sempre muito gratificante para todos nós.
A venda dos Convites, começará na segunda-feira, 26/09.
Para maiores informações, compras e reservas, através de nosso WhatsAPP: +5521975173101, ou ligue para (21)2767-0711 e agende o seu atendimento.
Não esqueçam, sem vocês não somos nada, participe, prestigie!! Tudo que a sua Casa faz é para você, com responsabilidade e muito amor.
Até breve!

CISBAF LANÇA CURSO ONLINE DE ATUALIZAÇÃO EM URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS MÉDICAS

O Cisbaf, por meio do Núcleo de Educação Permanente, lança neste mês de agosto o PRIMEIRO CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS MÉDICAS, dedicado a profissionais médicos de todas as especialidades.

As aulas são 100% online e gratuitas e contam com os temas como Diagnóstico Diferencial AVC, Dor Torácica, RCP em Criança, Atendimento Criança Politraumatizada, Trabalho de Parto e Apresentações Distócicas, Diagnóstico por Imagem do TCE e outros, sendo aplicadas por profissionais referência nos assuntos propostos.

As inscrições vão de 08 a 26 de agosto, com aulas disponíveis a partir do dia 29 do referido mês. Os interessados podem realizá-la através do endereço cisbaf.org.br .

9º CICLO DE GESTÃO & MARKETING ATENÇÃO PARA NOVAS DATAS

AMNI 2022 – Associação Médica de Nova Iguaçu

ATENÇÃO PARA NOVAS DATAS devido a manutenção

1. GESTÃO E LIDERANÇA:
Momentos de mudanças, novos tempos!!! 23/08 (terça-feira) – 18:30h

2. REDES SOCIAIS E SUAS FERRAMENTAS DE CONQUISTA E FIDELIZAÇÃO!!!
13/09 (terça-feira) – 18:30h

3. MERCADO BAIXADA FLUMINENSE
A hora de mostrar de verdade a nossa força!!! 20/09 (terça-feira) – 18:30h

O evento segue com todos os protocolos de segurança relacionado ao COVID

Para maiores informações:
Tel.: 21 97517-3101 (WhatsApp)
e-mail: marco.assomedni@gmail.com

Entrada: 1Kg de alimento não perecível
Rua Prof. Venina Corrêa Torres, 140
Centro – Nova Iguaçu (próximo à Unimed)

PODER, ARTE E CULTURA!

“A liberdade é mais importante do que o pão!” – Nelson Rodrigues

Neste momento, no Centro Cultural do Banco do Brasil, está em curso a exposição “Nise da Silveira – a revolução pelo afeto”, com obras de ex-pacientes psiquiátricos do Museu do Inconsciente. Obras interessantes, que mostram o potencial criativo e terapêutico de pessoas consideradas inaptas mentalmente, o que demonstra um dos aspectos da arte, que é a liberdade de expressão, seja de qualquer grupo social. Até há poucas décadas atrás, eram obras a que não se davam o devido valor, e eram mesmo proibidas. Esta aceitação deriva de um processo histórico. Durante séculos, a arte ocidental esteve quase que inteiramente ligada e servindo ao poder, seja religioso (reprodução na arquitetura, escultura e pintura das passagens de Cristo e dos santos), ou do poder secular dos reis e da nobreza (escultura e quadros da nobreza). Nomes de grandes artistas, como Da Vinci, Michelangelo, Caravaggio, apesar de representarem a corrente na arte chamada de humanismo e renascimento, eram subvencionados pelos patronos e mecenas da época, que eram o poder religioso e a nobreza, e, por isto, muitas de suas obras eram produzidas sem liberdade criativa, apesar de uma pequena mudança no período. No século XVII, particularmente na Holanda, onde o mercantilismo e o capitalismo crescem, gerando um aumento crescente da burguesia, começa-se a criar um ambiente onde os artistas ampliam seus temas, visando atingir um público consumidor burguês mais diversificado. Porém, é nos fins do século XIX e em todo o século XX que a expressão de liberdade subjetiva do artista ocorre de maneira mais intensa, criando um questionamento constante entre o fazer do artista e os poderes (burgueses), que dominavam a esfera do poder político. Esse fazer artístico em suas várias vertentes questiona o poder econômico e político dominante. Movimentos artísticos como o Dadaísmo, Expressionismo, Surrealismo, Suprematismo, Abstracionismo, Concretismo, Brutalismo, a arte dos excluídos… desejam questionar toda a estrutura social e política vigente, através da arte. Estes movimentos produziam através da arte, tanto social quanto individualmente, uma arte que se apropriava de imagens distorcidas em relação à “realidade”, como expressão do que se imaginava ser a sociedade e o homem; e já não desejavam somente a reprodução “fotográfica” da imagem, mas do que os artistas imaginavam. Porém, no início do século XX até meados dos anos 40 ocorreram ações políticas de reação a esta liberdade de expressão, as quais ocorreram em dois países que foram dominados pelos extremos do espectro político:  a Alemanha nazista, de extrema direita, e a antiga União soviética, de extrema esquerda. Ambos tentaram impor controle restrito sobre a produção artística, seja através de proibições, perseguições, prisões e eliminação de artistas, além das limitações de verba para a produção de arte. Durante este período, só restaram os artistas que se alinhavam totalmente com o discurso político vigente. Na antiga União Soviética, se impunha o que se chamou de “Realismo Socialista”, onde se enalteciam figuras dos trabalhadores idealizados e de seus líderes, sempre construídos com corpos perfeitos e “fotográficos”, imaginando o futuro, dominado pelo socialismo soviético. Já na Alemanha nazista, houve todo um processo de destruição da subjetividade da arte e dos artistas, onde o objetivo era calar qualquer contestação ao sistema, associado com o enaltecimento do nacionalismo, através da construção de um passado mítico dos fundadores da Alemanha. Um dos exemplos mais significativos foi a exposição em 1937 da “ARTE DEGENERADA”, explorada do ponto de propaganda política pelos nazistas, onde as obras de artistas como Picasso, Kandinsky, Kirchner, Otto Dix, Georg Grosz, Gustav Klimt … foram expostas a fim de denegrir estes artistas. O final desta história todos sabem: a destruição da Alemanha após a segunda guerra mundial e, mais tardiamente, o colapso da União Soviética. Hoje, as expressões artísticas daquela época se tornaram exemplos de visões estreitas da arte, de anacronismo e de cerceamento da liberdade criativa. A arte, desde o final do século XIX, se tornou a expressão da subjetividade do artista, mostrando a pluralidade de formas e sentidos, talvez representando a diversidade de construção do mundo dos indivíduos e de determinados grupos sociais. Certamente, a arte no mundo atual, além do aspecto de oferecer diversão, apresenta por parte dos artistas o aspecto de provocação crítica aos diversos sistemas de poder, além da expressão emocional e experimental do artista. Com certeza, tal liberdade (em alguns momentos excessiva) gera aversão, incômodo e críticas apaixonadas, mas creio necessária do ponto de vista democrático, pois demonstra a pluralidade dos pensamentos no mundo atual, e em relação ao espectador-consumidor, que creio saberá avaliar e separar “o joio do trigo”, mantendo-se para a posteridade as obras que apresentam relevância enquanto expressão da realidade. Como exemplo da diversidade de expressões e liberdade, na cidade Suíça de Lausanne existe o chamado MUSEU DE ARTE BRUTA, onde obras de artistas “não oficiais, como também de excluídos sociais”, são incluídas no acervo daquele museu. Medidas de cerceamento das expressões artísticas, por parte do poder político e jurídico, possivelmente não terão vida longa, num mundo dominado por consumidores diversificados, ávidos por novidades, globalizado e democrático.

Material de apoio

MEUS CAROS,

Mais uma experiência do meu consultor especial Dr. Reinaldo, que continua na garimpagem de lugares legais para fazer uma boa refeição, pelo Rio de Janeiro. Hoje ele nos brindou com o Amalfitana, mais um bom restaurante do Village Mall.

A chef Julia Raposo, após uma longa temporada na Itália, trouxe em sua bagagem formação na Alma, a Escola Internacional de Culinária Italiana, além de experiências práticas em restaurantes estrelados do país.

Algumas dicas para começar o circuito são carpaccio de polvo, vinagrete de tomatinhos misto, aioli colorido com azeite de salsinha e croquetes de presunto de parma e redução de vinagre balsâmico.

Na sequência, entram em cena o risoto com ricota amalfi, figos, presunto de parma, crocante de nozes e redução de balsâmico, nhoque de batata, bisque de crustáceos, cavaquinha, tuile de tinta de lula e azeite de salsinha, os quais seduzem os paladares mais exigentes. Se optar por conhecer os itens preparados na brasa, o denver steak é sucesso na casa. Mas, se a ideia for compartilhar o que há de melhor do mar, aposte na grigliata amalfi com cavaquinha, camarão, polvo, peixe, vieira e ostras. Há ainda uma ala de pizzas no menu, com massa quadrada e crocante, típica romana. A versão vesúvio é feita com mussarela fresca, burrata, tomatinhos defumados e rúcula, bem como risotos e alguma bruschettas muito interessantes

O gran finale segue com a torta caprese de amêndoa e chocolate, servida quente com creme inglês e coulis de frutas vermelhas, o limoncello amalfi, curd de limão siciliano, bavarese de chocolate branco, pão de ló embebido no limoncello, merengue e glassatura de zest de Limão Siciliano, entre outras opções.

O bar, outra cena à parte do Amalfitana, traz muita cor e sabor para clássicos, sprits e drinques autorais. O Amalfi é feito com vodka infusionada com ervas finas, redução de abacaxi com mix de cítricos, blue triple-sec, licor de ervas bizantino, amaretto e aromas da estação. O Positano leva gin, redução de abacaxi, sumo de limão, água gaseificada e espuma de hibisco. Já o Capri é preparado com gin, Cynar Aperol, mix cítricos, Agostura Bitter e um toque de tônica.

São três espaçosos ambientes com decoração singular. No salão principal é possível admirar a cozinha envidraçada e apreciar os dotes culinários da equipe, acompanhar de perto a execução dos drinques e curtir o ambiente alegre, com mobiliário colorido e flores bougainville. A varanda interna segue a mesma linha de decoração e é ideal para acompanhar o vaivém do shopping, que recebe celebridades e empresários. O restaurante ainda conta com uma área externa, para quem prefere aproveitar a brisa da Barra da Tijuca com vista para a Lagoa de Marapendi e o ar natural, ideal para acomodar grupos maiores.

 Serviço

Amalfitana – Endereço: Avenida das Américas, 3900, Loja 304, Barra da Tijuca.

Horário de funcionamento: De domingo a quinta-feira, das 12h às 22h. Sexta e sábado das 12h às 23h.

Telefone: (21) 99416-1601. Capacidade: 120 lugares.

Formas de pagamento: todos os cartões de débito e crédito.

HISTÓRIA DA FAMÍLIA BORGHI

A Itália vivia sob o regime de Mussolini na opressão. Assim, muitos italianos saíram da sua pátria para buscar um lugar melhor para viver. A família Borghi teve a oportunidade de vir para o Brasil.  Chegando em São Paulo ficaram sabendo de uma Cidade chamada NOVA IGUAÇU, conhecida como a cidade perfume por seus vastos e amarelos laranjais: Nova Iguaçu.

Adolfo Borghi, além de Engenheiro mecânico, possuía inúmeras habilidades criativas e, percebendo a oportunidade de agilizar a beneficiação de laranjas, criou uma máquina que lavava, escovava, secava e selecionava as frutas por tamanho, dando uma característica diferenciada e valorizando o produto para a exportação.

O primogênito Jorge Borghi começou a trabalhar com o Sr. Alberto Cocozza, proprietário da Serraria Cocozza, da Vinícola São Roque e um dos maiores exportadores de frutas de nosso país. A dedicação de Jorge o fez sócio de Alberto, e assim fizeram grandes negócios; incluindo as representações da Land Rover e Jaguar no Brasil. Sempre visionário, mesmo com o declínio das plantações, onde as terras se tornaram improdutivas por conta das pragas, ele as transformou em um dos primeiros e maiores loteamentos da Guanabara nas margens do Rio Guandu, chamado Jardim Marajoara, onde os menos favorecidos conseguiram adquirir suas terras por meio de um Consórcio que ele mesmo criou.

Adriano Borghi, por conta de outra invenção de seu pai, que foi a porta pantográfica, foi convidado a se integrar na Ottis Elevadores, em São Paulo, tornando-se Presidente daquela indústria na América Latina.

Walter Borghi, o caçula, trabalhou com seu irmão Jorge, na empresa Alberto Cocozza Indústria, Lavoura e Comércio S/A (Serraria Nova Iguaçu). Muito atuante na área social da Cidade de Nova Iguaçu, foi Presidente do Rotaty Club, com muita atuação na formação e fundação da Associação Comercial e Industrial de Nova Iguaçu, sendo o primeiro Presidente do Centro Social São Vicente.

O mais importante é que esta família chegou, venceu e indiscutivelmente deu sua contribuição para o desenvolvimento de nossa cidade, tornando-se suporte para tantas outras famílias Italianas que vieram tentar a sorte no nosso imenso Brasil.

(Marcelo Borghi)